quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A força no goleiro de Handebol

   

 Na teoria do treinamento, a força é entendida como pressuposto para o rendimento que permite superar ou se opor a uma resistência. Como grandeza física, segundo a Lei de Newton, ela é o produto da massa pela aceleração, no entanto, ao referir-se ao movimento esportivo, pode-se distinguir a força interna (produzida pelos músculos, ligamentos e tendões) e a força externa (que age externamente ao corpo humano, por exemplo: a gravidade, o atrito, a resistência do ar, a oposição exercida por um adversário, ou um peso que se queira levantar). Essa capacidade de exercer tensão contra uma resistência não é equiparável ao conceito da física, por isso, em treinamento físico, usa-se o termo capacidade de força. A terminologia esportiva diferencia principalmente a capacidade de força máxima, a capacidade de força rápida e a capacidade de resistência de força (BARBANTI, 2001).

    A capacidade de força máxima define-se como a força máxima que pode ser desenvolvida por uma contração muscular máxima, podendo ser dinâmica ou estática. A capacidade de força rápida (potência, velocidade de força ou força explosiva) consiste em superar uma resistência externa ao movimento com elevada rapidez de contração. E por fim a capacidade de resistência de força é a capacidade de opor-se à fadiga no emprego repetido da força, isto é, realizar um esforço relativamente prolongado com emprego de força (BARBANTI, 2001).

    O treinamento da força pode ser geral ou específico. Treinamento geral quando se usam formas de movimento diversas daquelas típicas de jogo ou atividade física, servindo para reforçar os setores musculares que não são suficientemente solicitados no treinamento especial. Este tipo de treinamento deve compor a base para suportar as cargas de treinamento especial. Barela (1998) destaca o desenvolvimento da força básica nos goleiros como alicerce das outras manifestações desse requisito, sendo que esta deve ser desenvolvida de forma ótima e não máxima. Como treinamento de força específico, entende-se os exercícios que permitem a imitação completa ou parcial das formas de movimentos realizados em competição e jogo, o importante neste tipo de treinamento é que se controle a coordenação dos movimentos, em outras palavras, a estrutura técnica do movimento não deve ser perturbada pela sobrecarga. Este tipo de treinamento só deve ser realizado quando houver bom domínio da técnica (BARBANTI, 2001).

    Os esportes coletivos são caracterizados por movimentos de força rápida como mostra a figura abaixo. 

Figura 2. Características da força rápida nos jogos coletivos do ponto
de vista mecânico (extraído de BARBANTI, 2001; p. 57).
    
De acordo com a figura, a força explosiva no handebol manifesta-se de diferentes formas, mas, para os goleiros interessa principalmente a força de lançamento e de saltos, tornado importante o desenvolvimento da impulsão em diversas formas, pois a utilização dos saltos é uma prática constante nas ações motoras dos goleiros de handebol.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Situações do jogo passivo no Handebol

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Uma das coisas que mais me irritam no jogo de Handebol é o chamado jogo passivo. Ainda bem que ele é passível de punição pelos juizes, mesmo que algumas vezes esse tipo de jogo seja tolerado demais.

A aplicação das regras a esse tipo de jogo tem como obejtivo prevenir a enrolação no Handebol. Essa enrolação podeacontecer, por exemplo, na reposição de bola, na transição defesa-ataque e em outras situações no jogo.

Os métodos passivos de jogo podem acontecer em todas as fases de ataque de uma equipe, por exemplo, quando a bola estiver se movendo lentamente na quadra durante a transição entre a defensa e o ataque, durante a fase de organização de um ataque ou durante a fase de finalização do mesmo. 

As formas passivas de jogar podem ser usadas relativamente com maior freqüência nas seguintes situações: 

• uma equipe ganha por pequena margem perto do final da partida;
• uma equipe tem um jogador excluído;
• quando a capacidade de uma equipe é superior, especialmente na defesa. 

Quando o juiz percebe que há o jogo passivo, ele faz uma sinalização. Isto é para dar oportunidade da equipe que tem a posse de bola mudar a sua maneira de atacar, para evitar a perda de posse de bola.

O gesto é esse:

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Embora eu não veja muita aplicação desse gesto, é uma bo aação para dar mais dinâmica ao jogo de Handebol.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Uma boa opção sobre a Educação Fisicaa


Ola gente!

Hoje eu vou falar de um site sobre Educação Física  que traz textos desde a atuação do profissional até dicas para os praticantes e é editado por uma profissional de Educação Física.

Parceiro


A Educação Física merece ser tratada com seriedade e o acesso a informação com textos legais é o ponto de partida para que a sociedade em geral saiba o quanto é importante a prática ser orientada por profissionais responsáveis.

A atualização deles nas redes sociais é diária e ao curtir a fanpage e seguir no twitter você fica por dentro das novidades e posts especiais.

Até a próxima!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Fases da defesa no Handebol

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O sistema de defesa no handebol tem os objetos de: dar sentido de responsabilidade coletiva; Possibilitar a ajuda a um companheiro (cobertura e ajuda recíproca ); Reduzir as possibilidades dos arremessos a gol e dificultar a movimentação dos adversários na linha de seis metros.

As fases dessa defesa no jogo de handebol são

A - RETORNO – Após a equipe perder a posse da bola no ataque, os jogadores deverão retornar para a defesa o mais rápido possível, e pelo caminho mais curto (linha reta). A corrida deverá ser de frente até o centro da quadra, e de costas após ultrapassar o centro até a linha dos seis metros (para observar um possível lançamento do contra-ataque). Após perder a posse da bola, os atacantes não devem ficar se lamentando do erro e sim, retornar para evitar surpresa.

B - DEFESA TEMPORÁRIA – é o prolongamento da situação anterior. O defensor deverá, em razão do retorno ter sido em linha reta, às vezes atuar fora de sua posição ideal ou de maior rendimento, estabelecida no inicio do jogo.

C - ORGANIZAÇÃO DA DEFESA – Os defensores que ao retornar estão atuando em defesa temporária, após todos estarem posicionados e, surgindo uma oportunidade, deverão retornar para sua posição ideal.

D - DEFESA EM SISTEMAS – Aplicação da proposta de jogo estabelecido no momento, de acordo com o ataque adversário.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fisioterapia no Handebol

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 O handebol é um esporte de alta intensidade de pura explosão muscular em um curto intervalo de tempo exigindo dos atletas um ótimo condicionamento físico. O índice de lesões no handebol está ligado a exigência que o esporte faz do atleta, com qualidades físicas vigorosas, sendo requisitado ao mesmo tempo força, habilidade, coordenação e velocidade.

Os atletas/praticantes não se preparam de forma adequada tendo queda de rendimento nos treinos e em jogo. O handebol tem um alto índice de lesões, por exemplo, as ocasionadas pelo overtraining, somados a falta de estrutura das equipes e a locais inapropriados para o treinamento, visto que, a maioria das lesões ocorre durante o treinamento e não no jogo propriamente dito.

O handebol diferentemente de outros esportes tem como característica o arremesso e o seu bloqueio "travamento", o que leva a lesões nos membros superiores e sobrecarga das articulações. O aumento da prática esportiva aumenta consideravelmente o numero de lesões devido falta de preparo físico e de orientações quanto ao esporte, levando em consideração também que esporte não é sinônimo de saúde. A ocorrência de uma lesão esportiva é decorrente da inter-relação entre atleta e o esporte praticado levando a uma sobrecarga do aparelho locomotor isso sendo variável de cada organismo fisiológico em recuperar o estresse físico imposto não instalando um processo patológico

A fisioterapia desportiva não somente se dedica a ao tratamento de atleta lesados mas também a adoção de medidas preventivas visando minimizar o índice de lesões, sendo realizado de maneira eficaz levando em consideração estatisticamente os fatores de risco baseado na característica de cada lesão. Identificando e descrevendo o problema, como ocorreu as lesões e colocando em pratica o estratégicas preventiva.

A fisioterapia desportiva se diferencia das outras áreas onde o tratamento tem que ser muito rápido e efetivo, pois o atleta mais do que ninguém tem voltar a executar todas as atividades do seu corpo de alta intensidade com alta performance onde é normalmente posto em alto estresse músculos, tendões, articulações e ossos em suas atividades esportiva diária, no máximo de potência e amplitude para execução perfeita de todos os movimentos.

Além disso, os fisioterapeutas dessa área se depara com uma grande pressão imposta diariamente quando se tem atletas no departamento médico, que são os incentivos dos patrocinadores para o retorno do atleta pois aquele atleta vale muito dinheiro em quadra e lesionado não tem valor algum, o técnico pois um atleta de alto rendimento é uma peça muito importante para o time e sem ele o mesmo começa a perder colocando em risco o seu cargo, a diretoria querendo que seu time continue a vencer e a conquistar títulos e o atleta lesionado faz falta a sua equipe bem como para sua torcida e o próprio atleta vendo que com seu estado está perdendo sua posição na equipe e tudo aquilo que conquistou,sem falar da dor e de suas limitações.

Um bom tratamento fisioterapêutico começa com uma boa avaliação começando desde anamenese, para mais fácil e confiável diagnostico da patologia e melhor tratamento com enfoque direto e uma busca de recursos e de referencias sobre a patologia, com isso a avaliação musculoesquelética aborda desde a ciência básica, á pratica clínica até testes especiais.

 Os fisioterapeutas da reabilitação musculoesquelética que atuam na área desportiva vêm consolidando a fisioterapia como uma ciência baseada em evidências e respaldada fortemente com referência cientifica validada, visto que hoje na área da ciência do esporte (em destaque na fisioterapia), foi teve uma intensa produção de pesquisas sendo que uma das mais importantes e bastante esmiuçada foi o treinamento e a reabilitação excêntrica, sendo utilizado como peça fundamental a qualquer programa otimizando de reabilitação e recondicionamento muscular cientificamente embasado, sendo que uma das funções extremamente relevante para a Fisioterapia acerca do condicionamento muscular excêntrico reside no fato deste poder atuar de forma preventiva em relação às lesões musculares induzidas pelo "over-training" ou síndrome do super treinamento em atletas de alto nível.

 A fisioterapia desportiva vem crescendo muito junto com as pesquisas no tratamento do esporte, levando em conta todos os altos investimentos na área, sendo a que mais inova em e se atualiza em recursos, cursos de capacitação e atualização na forma de tratamento dos vários tipos de lesões sabendo que cada uma tem suas particularidades nos recurso e técnicas que se adapta bem ao seu tratamento. Mas no esporte a prevenção vem se tornando cada vez mais comum, na analise estatística dos fatores predisponentes das lesões mais comuns em cada modalidade em que se chegou a conclusão que tem menor custo e evita os efeitos das lesões nos atletas.

A Fisioterapia tem um papel importante no tratamento de atletas/praticantes lesionados. Porém, quando o profissional age de forma preventiva, consegue evitar lesões que dão uma "durabilidade" maior ao praticante.

Com ajuda aqui

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Curiosidades sobre o Handebol Olímpico

- A entrada do esporte nos Jogos Olímpicos aconteceu em Berlim 1936, então disputado em campos gramados, com 11 jogadores de cada lado. Na final, A Alemanha venceu a Áustria por 10 a 6, diante de 100 mil pessoas no Olympia Stadium de Berlim (foto).

- O handebol, como se pratica hoje em dia, foi criado pelos alemães, na última década do Século XIX. Seu nome era "Raftball", e posteriormente teve suas medidas aumentadas para ser praticado também em campos de futebol.

- Somente a partir de 1954, por razões climáticas, pela falta de espaço devido ao futebol e por ser mais veloz, o handebol de salão passou a ser a preferência de praticantes e do público. Em 1966 foram suspensas as disputas em campos gramados.

 - No Brasil, como modalidade de campo, o handebol foi introduzido por imigrantes alemães na década de 30, em São Paulo, e se popularizou pelo país a partir da década de 60 através da prática nas escolas.

- A brasileira Alexandra Nascimento foi eleita como a melhor jogador de handebol do mundo em 2012. A atleta de 31 anos joga fora do país, no clube Hypo Nö, da Áustria.

- A primeira referência histórica sobre um esporte semelhante ao handebol aconteceu na Grécia Antiga, quando Homero citou em sua Odisséia o jogo de "Urânia", praticado com uma bola do tamanho de uma maçã, jogado com as mãos, mas sem balizas.

- A bola para a competição feminina pesa entre 325 e 400g e mede de 54 a 56cm. Na masculina, pesa um pouco mais, entre 425 e 475g.

- Nos Jogos Olímpicos Munique 1972, a Iugoslávia conquistou o ouro em uma competição entre 16 equipes.

- O handebol feminino estreou nos Jogos Olímpicos em Montreal 1976. Em uma disputa entre seis seleções, a União Soviética sagrou-se campeã. O handebol do Brasil estreou nos Jogos Olímpicos Barcelona 1992. A equipe masculina, vice-campeã dos Jogos Pan-americanos Havana 1991, garantiu vaga após a desistência de Cuba.

- A seleção brasileira feminina conquistou sua primeira vaga olímpica, para Sidney 2000, nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999.

- O handebol do Brasil participou das edições dos Jogos Olímpicos Atenas 2004 e Pequim 2008 com homens e mulheres.

Fonte: Time Brasil


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