quinta-feira, 9 de outubro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fisioterapia no Handebol

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 O handebol é um esporte de alta intensidade de pura explosão muscular em um curto intervalo de tempo exigindo dos atletas um ótimo condicionamento físico. O índice de lesões no handebol está ligado a exigência que o esporte faz do atleta, com qualidades físicas vigorosas, sendo requisitado ao mesmo tempo força, habilidade, coordenação e velocidade.

Os atletas/praticantes não se preparam de forma adequada tendo queda de rendimento nos treinos e em jogo. O handebol tem um alto índice de lesões, por exemplo, as ocasionadas pelo overtraining, somados a falta de estrutura das equipes e a locais inapropriados para o treinamento, visto que, a maioria das lesões ocorre durante o treinamento e não no jogo propriamente dito.

O handebol diferentemente de outros esportes tem como característica o arremesso e o seu bloqueio "travamento", o que leva a lesões nos membros superiores e sobrecarga das articulações. O aumento da prática esportiva aumenta consideravelmente o numero de lesões devido falta de preparo físico e de orientações quanto ao esporte, levando em consideração também que esporte não é sinônimo de saúde. A ocorrência de uma lesão esportiva é decorrente da inter-relação entre atleta e o esporte praticado levando a uma sobrecarga do aparelho locomotor isso sendo variável de cada organismo fisiológico em recuperar o estresse físico imposto não instalando um processo patológico

A fisioterapia desportiva não somente se dedica a ao tratamento de atleta lesados mas também a adoção de medidas preventivas visando minimizar o índice de lesões, sendo realizado de maneira eficaz levando em consideração estatisticamente os fatores de risco baseado na característica de cada lesão. Identificando e descrevendo o problema, como ocorreu as lesões e colocando em pratica o estratégicas preventiva.

A fisioterapia desportiva se diferencia das outras áreas onde o tratamento tem que ser muito rápido e efetivo, pois o atleta mais do que ninguém tem voltar a executar todas as atividades do seu corpo de alta intensidade com alta performance onde é normalmente posto em alto estresse músculos, tendões, articulações e ossos em suas atividades esportiva diária, no máximo de potência e amplitude para execução perfeita de todos os movimentos.

Além disso, os fisioterapeutas dessa área se depara com uma grande pressão imposta diariamente quando se tem atletas no departamento médico, que são os incentivos dos patrocinadores para o retorno do atleta pois aquele atleta vale muito dinheiro em quadra e lesionado não tem valor algum, o técnico pois um atleta de alto rendimento é uma peça muito importante para o time e sem ele o mesmo começa a perder colocando em risco o seu cargo, a diretoria querendo que seu time continue a vencer e a conquistar títulos e o atleta lesionado faz falta a sua equipe bem como para sua torcida e o próprio atleta vendo que com seu estado está perdendo sua posição na equipe e tudo aquilo que conquistou,sem falar da dor e de suas limitações.

Um bom tratamento fisioterapêutico começa com uma boa avaliação começando desde anamenese, para mais fácil e confiável diagnostico da patologia e melhor tratamento com enfoque direto e uma busca de recursos e de referencias sobre a patologia, com isso a avaliação musculoesquelética aborda desde a ciência básica, á pratica clínica até testes especiais.

 Os fisioterapeutas da reabilitação musculoesquelética que atuam na área desportiva vêm consolidando a fisioterapia como uma ciência baseada em evidências e respaldada fortemente com referência cientifica validada, visto que hoje na área da ciência do esporte (em destaque na fisioterapia), foi teve uma intensa produção de pesquisas sendo que uma das mais importantes e bastante esmiuçada foi o treinamento e a reabilitação excêntrica, sendo utilizado como peça fundamental a qualquer programa otimizando de reabilitação e recondicionamento muscular cientificamente embasado, sendo que uma das funções extremamente relevante para a Fisioterapia acerca do condicionamento muscular excêntrico reside no fato deste poder atuar de forma preventiva em relação às lesões musculares induzidas pelo "over-training" ou síndrome do super treinamento em atletas de alto nível.

 A fisioterapia desportiva vem crescendo muito junto com as pesquisas no tratamento do esporte, levando em conta todos os altos investimentos na área, sendo a que mais inova em e se atualiza em recursos, cursos de capacitação e atualização na forma de tratamento dos vários tipos de lesões sabendo que cada uma tem suas particularidades nos recurso e técnicas que se adapta bem ao seu tratamento. Mas no esporte a prevenção vem se tornando cada vez mais comum, na analise estatística dos fatores predisponentes das lesões mais comuns em cada modalidade em que se chegou a conclusão que tem menor custo e evita os efeitos das lesões nos atletas.

A Fisioterapia tem um papel importante no tratamento de atletas/praticantes lesionados. Porém, quando o profissional age de forma preventiva, consegue evitar lesões que dão uma "durabilidade" maior ao praticante.

Com ajuda aqui

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Curiosidades sobre o Handebol Olímpico

- A entrada do esporte nos Jogos Olímpicos aconteceu em Berlim 1936, então disputado em campos gramados, com 11 jogadores de cada lado. Na final, A Alemanha venceu a Áustria por 10 a 6, diante de 100 mil pessoas no Olympia Stadium de Berlim (foto).

- O handebol, como se pratica hoje em dia, foi criado pelos alemães, na última década do Século XIX. Seu nome era "Raftball", e posteriormente teve suas medidas aumentadas para ser praticado também em campos de futebol.

- Somente a partir de 1954, por razões climáticas, pela falta de espaço devido ao futebol e por ser mais veloz, o handebol de salão passou a ser a preferência de praticantes e do público. Em 1966 foram suspensas as disputas em campos gramados.

 - No Brasil, como modalidade de campo, o handebol foi introduzido por imigrantes alemães na década de 30, em São Paulo, e se popularizou pelo país a partir da década de 60 através da prática nas escolas.

- A brasileira Alexandra Nascimento foi eleita como a melhor jogador de handebol do mundo em 2012. A atleta de 31 anos joga fora do país, no clube Hypo Nö, da Áustria.

- A primeira referência histórica sobre um esporte semelhante ao handebol aconteceu na Grécia Antiga, quando Homero citou em sua Odisséia o jogo de "Urânia", praticado com uma bola do tamanho de uma maçã, jogado com as mãos, mas sem balizas.

- A bola para a competição feminina pesa entre 325 e 400g e mede de 54 a 56cm. Na masculina, pesa um pouco mais, entre 425 e 475g.

- Nos Jogos Olímpicos Munique 1972, a Iugoslávia conquistou o ouro em uma competição entre 16 equipes.

- O handebol feminino estreou nos Jogos Olímpicos em Montreal 1976. Em uma disputa entre seis seleções, a União Soviética sagrou-se campeã. O handebol do Brasil estreou nos Jogos Olímpicos Barcelona 1992. A equipe masculina, vice-campeã dos Jogos Pan-americanos Havana 1991, garantiu vaga após a desistência de Cuba.

- A seleção brasileira feminina conquistou sua primeira vaga olímpica, para Sidney 2000, nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999.

- O handebol do Brasil participou das edições dos Jogos Olímpicos Atenas 2004 e Pequim 2008 com homens e mulheres.

Fonte: Time Brasil

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A demanda energética do Handebol

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O handebol como toda modalidade esportiva coletiva requer um fornecimento misto de energia, onde a própria combinação dos esforços realizados durante o jogo permite o envolvimento das três vias metabólicas. Assim, o trabalho intermitente é acompanhado de menor fadiga e permite uma maior intensidade de exercício durante os períodos ativos (EDER; HARALAMBIE, 1986). Para os jogadores de modalidades esportivas coletivas e, em especial para os jogadores de handebol, o menor efeito de fadiga e a possibilidade de maior intensidade são aspectos importantes do trabalho intermitente.

    Em modalidades esportivas coletivas, as movimentações se tornam complexas para a análise das variáveis fisiológicas, pois, estas movimentações apresentam várias combinações com e sem domínio de bola (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002).

    Mais; Galvão; Ribeiro (1989) e Santos (1989) observando a movimentação realizada por jogadores de handebol verificaram a presença de movimentações de alta, média e baixa intensidade, sendo freqüentes a realização de sprints (ex. contra-ataque) sendo esses caracterizados como movimentos de alta intensidade. Em ataques organizados e substituições, por exemplo, os jogadores realizam movimentações de média e baixa intensidade. Assim, apresenta uma formação "mista" de energia, onde o conhecimento das fontes de energia apresenta grande significado para o técnico e preparador físico, pois as mesmas podem influenciar na técnica e tática dos jogadores (EDER; HARALAMBIE, 1986).

    Uma vez que boa parte da movimentação dos jogadores de handebol envolve esforços bastante intensos e de curta duração, pode-se concluir que a capacidade anaeróbia alática tem grande importância para o jogador de handebol (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002). O metabolismo anaeróbio parece ser tão importante para os jogadores de handebol quanto para os velocistas. Sabendo-se que o handebol é um esporte com períodos curtos de exercícios de alta intensidade alternados com repouso, o metabolismo anaeróbio parece ser altamente relevante para a performance (RANNOU et al., 2001). No entanto as outras vias energéticas possuem grande importância: a anaeróbia láctica possibilitando a realização de esforços submáximos e de média duração e a oxidativa que possibilita esforços de baixa intensidade e prolongados e a recuperação das fontes anaeróbias.

    Devido à organização do jogo citada anteriormente, a demanda energética certamente é diferente para cada posição assumida por um atleta, bem como, para a mesma posição a demanda pode variar de um jogo para outro (ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002), sofrendo influência também da movimentação em quadra, do estilo e da estratégia do jogador (BANGSBO apud ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002).

    Na realização de modalidades esportivas coletivas em que há a manipulação de bola, além do deslocamento necessário e que geralmente inclui corridas, os atletas executam outras atividades que também requerem energia, tais como as mudanças de direção, as desacelerações, os saltos, os arremessos, as acelerações, as interceptações, as paradas bruscas, etc. De acordo com Bangsbo e Sbragia (apud ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002), essas atividades características do esporte impõem maior demanda fisiológica ao custo energético da corrida.

    Durante uma partida de handebol são executados diversos deslocamentos, nas diversas direções. Mais; Galvão; Ribeiro (1989) apresentam valores médios e tipos de deslocamentos realizados pelo lateral direito júnior.

    A predominância é do deslocamento frontal, o que pode ser explicado pelo fato de o mesmo facilitar a velocidade e melhor visualização do campo de jogo e, conseqüentemente, melhor colocação. Em outras direções a predominância se dá na defesa devida as ações que são realizadas pelos jogadores nesta fase de jogo. Segundo Reilly (1997) a ocorrência das diferentes direções de deslocamento em uma partida de futebol se faz de forma semelhante.

    A corrida na ausência da manipulação de bola é a maneira mais rápida para se movimentar, no entanto, o deslocamento em posse de bola favorece a obtenção de gols, objetivo principal do jogo. De acordo com dados do Comitê Olímpico Espanhol apud Eleno, Barela, Kokubun (2002), são percorridos durante uma partida de handebol, 4152 metros, dos quais 4114 metros sem a posse de bola e 37 metros com posse de bola.

    Outras situações que impõem demanda energética acima da necessária são apresentadas na tabela 3.

    Conforme os dados apresentados na tabela 3, as atividades mais freqüentes e que aumentam consideravelmente a demanda energética são as mudanças de direção e do ritmo de corrida.

    Delamarche et al. (1987), verificaram que durante uma partida de handebol a FC apresenta-se de forma irregular. Os autores verificaram valores que variavam de 160 a 180 batimentos por minuto (bpm). Ainda colocam que o diagrama da FC foi bastante excêntrico e o resultado devido a constante alteração no ritmo inerente ao handebol. De modo geral, em uma partida de handebol, a FC pode alcançar valores entre 80% e 85% da FCmáx (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002; LOFTIN et al., 1996).

    Eder; Haralambie (1986), demonstram que em pesquisas realizadas, 60% dos jogadores de handebol do sexo masculino, apresentam valores de concentração de lactato acima do limiar aneróbio (LAn), podendo ser encontrados valores entre 9 e 12 mM, principalmente no segundo tempo de jogo. Ainda segundo os autores, após 8 ou 10 minutos do término da partida os valores apresentavam-se abaixo de 2 mM, demonstrando que os mesmos dispõem de uma alta capacidade de recuperação (oxidação de ácido lático).

    Os jogadores mais ativos produzem e toleram altos níveis de lactato e eliminam totalmente o excesso durante o período de descanso, após 10 minutos do fim do primeiro tempo de jogo os níveis de lactato retornaram ao normal (DELAMARCHE et al, 1987), demonstrando que, jogadores bem treinados apresentam alta capacidade de recuperação aeróbia.

    Jogadores bem treinados apresentam valores de VO2máx de aproximadamente 59 ml.kg.min (ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002), sendo o bom funcionamento do metabolismo aeróbio que garante a recuperação das fontes anaeróbias (SANTOS, 1989), demonstrando que, os jogadores de handebol devem ter capacidade aeróbia desenvolvida, apesar da importância do processo anaeróbio, para que possam manter as características da intensidade de esforço durante a partida e possua uma maior eficiência na remoção do ácido lático.

    No entanto, a utilização da mensuração do VO2máx para inferir o gasto energético de jogadores de handebol é complicada e alguns cuidados devem ser observados. Os atletas mais ativos durante uma partida de handebol, nem sempre são os que possuem maior capacidade aeróbia, e pode ser em decorrência da falta de especificidade do teste e do protocolo utilizado, uma vez que, exercício contínuo e progressivo na bicicleta ergométrica, por exemplo, contrasta com o ritmo irregular do handebol (DELAMARCHE et al, 1987).

Fonte

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Handebol emagrece, modela os braços e dá agilidade



Quem é que jogou handebol nas aulas de educação física na escola? Quase todo mundo, né. Depois que passa a adolescência, os jogos em quadra ficam para trás. Mas você sabia que, mesmo depois de adulta, é possível voltar a jogar? Arrisque-se! Além de divertido, você poderá entrar em forma.

O handebol ajuda a emagrecer. Em uma hora de partida, é possível queimar até 500 calorias! Os braços são bastante exigidos no jogo, por isso, ficam desenhados e bonitos. As musculaturas das pernas e do bumbum também ficam torneadas. A correria proporciona condicionamento físico e disposição para os praticantes!

Quer mais benefícios? Além de melhorar a agilidade, o handebol também aumenta a resistência física e desenvolve o reflexo. Tudo de bom, né!

Que tal começar a jogar agora? Inspire-se nas atletas da seleção brasileira! São campeãs mundiais! 


segunda-feira, 7 de julho de 2014

O passe no Handebol

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É considerado o fundamento mais importante, básico e imprescindível para que o jogo de Handebol possa desenvolver-se, sem o qual dificilmente poderá haver a colaboração entre os jogadores e o cumprimento dos objetivos ofensivos. Todo o jogo de uma equipe depende da exatidão e segurança do passe. A responsabilidade da segurança cabe ao passador, que deve observar se deve passar e como passar a bola a um companheiro. 

São movimentos que permitem a bola ir de um jogador a outro, desta forma ele necessita sempre da interdependência de no mínimo duas pessoas.

O passe é utilizado para que seja dada a sequência no jogo, a boa execução desse fundamento pode alterar a velocidade do jogo. Vale lembrar que o movimento técnico do passe de ombro e do arremesso é o mesmo, o que muda é a força. 

Os Passes classificam-se em: De Ombro e Especiais

OMBRO
Direto
Picado
Parabólico

ESPECIAIS 
Pronação: 
Parabólico:
Picado entre as pernas
Por trás da nuca

Erros comuns na execução do passe: 

Não olhar para onde vai passar; 
Empurrar a bola para frente;
Não empunhar a bola.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

18 exercícios para ensino do Handebol

O handebol na escola é um condutor importante entre o aluno e o saber. Portanto tenhamos em mente a formação do cidadão em jogo e não do atleta em jogo.
Por ser um jogo com movimentos naturais, pode ajudar o aluno de 6º ano a se adaptar a tantas disciplinas e tantos professores.
O que precisamos desenvolver em nossa aula de handebol é o espírito de cooperação.

Exercícios do Handebol


·    Quicar a bola com força na frente do corpo, lançando-a no solo com a mão direita e recebendo com as duas. Repetir com a mão esquerda.
·    Lançar a bola à cima da cabeça. Girar o corpo e pega-la antes de tocar o solo.
·    Quicar fortemente a bola no solo, saltar verticalmente, buscando recupera-la com as duas mãos o mais alto possível.
·    Afastado de um colega cerca de 5m, posicionar-se de costas, lançar a bola por cima da cabeça para que o colega a receba sem dificuldade. O colega que recebe a bola deverá estar de frente. Após receber a bola o colega passa a posição de costas e repete o exercício.
·    Correr 3 passadas largas saltar sobre um elástico e no ar passar a bola a um colega a 6m de distancia.
·    Em coluna, o primeiro aluno deverá correr pra frente com uma bola, e girando no alto, fazer o passe ao próximo aluno da coluna. O aluno que concluiu o passe irá ao fundo da coluna e o colega que recebeu deverá fazer o exercício.
·    Formar colunas atrás de 6 cones distantes 8 m um do outro,formando uma figura geométrica. O primeiro aluno de uma das colunas estará de posse de uma bola. Deverá lança-la para o primeiro aluno de uma da outras colunas e correr em direção a ela, entrando no seu final. A bola não poderá ser devolvida à mesma coluna de quem recebem a bola.
·  Realizar passes em duplas com duas bolas. Deverão ser capazes de passar e receber a bola com ambas as mãos, tanto parado quanto em deslocamento.
  • Atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola entre si enquanto dois serão os "bobinhos", ao tocar na bola , troca o aluno que errou o passe (Passes parabólicos por cima dos defensores não serão válidos).

  • Dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.
Exercício 1: Empunhadura Individual

Os alunos livres pela quadra, com bola na mão. Oriente para que segure a bola de forma correta, onde a superfície de contato é realizada pela superfície dos dedos e pela face palmar média da mão. Em seguida, passar a bola de uma mão para a outra, sem que esta bola escape. Para anexar ludicidade, em seguida brinque de batata quente com a empunhadura correta da bola de handebol.

Exercício 2: Empunhadura em Duplas
Em duplas, os jogadores posicionados um frente para o outro, com os braços estendidos a frente do ombro, a uma distância de no máximo 1 metro. Os dois jogadores segurando a mesma bola, utilizando o exercício da empunhadura, onde cada jogador deve utilizar a força na realização da empunhadura para conseguir puxar a bola. Repita o exercício mais algumas vezes trocando de colega de dupla.

Exercício 3: Passe acima do ombro
Cada aluno com uma bola, realiza o passe de ombro e recebe a bola. Treinando assim passe e empunhadura. O cotovelo deve ficar acima da linha do ombro. Varie com a outra mão, com o passe picado.

Exercício 4: Precisão do passe
Demarque sobre a parede círculos para serem arremessados com todos os tipos de passes.
Varie os círculos em categorias de fácil, médio e difícil.

Exercício 5: Passe acima do ombro em duplas
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes de ombro, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços.

Exercício 6: Passe quicado
Em duplas um em frente ao outro, com distância de 3 a 4 metros. Os alunos devem trocar passes quicado, simultaneamente. A prática deve acontecer com ambos os braços e com variação de distancias.


Exercício 7: Arremesso Parado
Disponha os alunos parados e espalhados atrás da linha de seis metros
Todos os jogadores parados e espalhados atrás da linha de seis metros, de frente para o gol, sem goleiro. Um aluno de cada vez deve arremessar a bola para o gol.  Pode-se variar, e determinar o local para a realização do arremesso (exemplo: ângulo inferior esquerdo).
cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve
Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.


Exercício 8: Arremesso em deslocamento  
Uma coluna de jogadores nas posições do armador central, cada jogador com uma bola. Realizar o arremesso, de forma livre, sem cobrar o ritmo trifásico. O arremesso pode ser realizado entre os nove e seis metros. Neste momento o professor pode corrigir a posição do cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso. Importante alternar os braços. Para variar pode determinar o local em que a bola deve
Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol ou almentar a distancia entre aluno e o gol.

Exercício 9: Arremesso em suspensão
Organize filas nas posições de armador central, armador esquerdo e armador direito, onde cada aluno deve realizar o arremesso em suspensão. Aproveite para realizar as correções no pé de apoio que irá impulsionar o jogador para o arremesso em suspensão. Pode também utilizar um colchonete para que o aluno ultrapasse no momento do arremesso.

Exercício 10: Drible Individual
Em três filas, cada aluno deve driblar sua própria fila sem bola.

Exercício 11: Drible em dupla
Organize duas filas onde um aluno de cada vês deverá executar o exercício em parceria com o colega da outra fila. Com bola os alunos devem chegar ao fim da fila, realizando passes e driblando os colegas, sem dar mais de três passos com a posse de bola.

Exercício 12: Drible utilizando cones
Uma coluna no final da quadra de frente para uma coluna de cones colocados a diferentes distâncias um do outro.
Tarefa: O jogador deve driblar inicialmente andando e depois correndo, assim como com uma mão e depois com a outra, realizando o deslocamento em zigue-zague entre os cones.
Variações:
Diminuir o espaço entre os cones.
Fazer o retorno nestes mesmos cones, de costas.
Utilizar o contorno (giro em volta do cone) para alguns cones.

Exercício 13: Ritmo trifásico
Disponha os arcos no solo entre as linhas de tiro livre e a linha da área do gol. O Aluno deve realizar os três passos e arremessar. Importante que o aluno já saiba seu braço de arremesso e qual sua perna de apoio.  Pode-se variar distribuindo os alunos em 3 colunas, nas posições dos armadores para a aula ficar mais dinâmica.

Exercício 14: aumentar a habilidade motora na prática do Handebol.
Driblar cones: Os alunos deverão ser capazes de correr em zigue zague por entre os cones que estarão dispostos em linha longitudinalmente. Para tal deverão trocar o domínio da bola alternando a mão que promove o quique, sempre com o corpo entre a bola e cone a ser driblado. Objetiva-se com esse exercício desenvolver e aprimorar a coordenação lateral e contra lateral do indivíduo com domínio da bola.
Troca de passes 2 a 2 com duas bolas: Os alunos, em duplas, deverão ser capazes de passar a bola com ambas as mão e outrossim recebe-la com ambas. Enquanto um aluno arremessa o outro, que já tem uma bola na mão, deve recepcionar o passe com a mão livre. Alternando constantemente os braços, tanto no arremesso quanto na recepção. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.   
Recepção e arremesso: Os alunos deverão ser capazes de recepcionar um passe, seja em salto ou o solo, arremessando posterior mente a bola ao gol. O exercício deve ser treinado alternado tanto as mão na recepção quanto no arremesso. Objetiva-se adaptar o membro menos condicionado aos fundamentos básicos das circunstâncias de jogo, bem como desenvolver o membro já condicionado à demanda de jogo.    

Exercício 15: Handebol Lúdico
Distribua os alunos em duplas e monte as equipes de duplas. De mãos dadas as duplas devem driblar e arremessar sem soltar a mão.Sem dar mais de 3 passos com a bola. Importante parar o jogo sempre que necessário para que haja respeito mútuo e criação de estratégias.

Exercício 16: Handebol Lúdico 2
Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – com um cone no fim da quadra e com cada equipe espalhada em seu campo, o desafio será assar a bola a todos os integrantes da equipe sem sair do lugar e acertar o cone no fim da quadra. Caso a bola caia ou não acerte a posse de bola passa a ser da outra equipe.

Exercício 17: Handebol Lúdico 3
Divida a turma em dois grupos, e oriente claramente a atividade – Cada equipe deverá escolher dois integrante e com a ajuda de um arco ( bambolê) serão goleiros que estarão andando sobre as linhas do campo de handebol segurando o arco um de cada lado onde o gol deverá ser feito.As equipes devem trocar passes e tentar chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe deve impedir sem contato corporal que a bola chegue aos goleiros. Para animar pode-se acrescentar mais bolas no jogo.

Exercício 18: Handebol Lúdico 4
O jogo (a duração de cada jogo se definirá com a quantidade de equipes formadas). Cada equipe será formada por 6 alunos. A equipe terá que trocar no mínimo 5 e no máximo 10 passes, podendo cada aluno permanecer 3 segundos com a bola. Após o 10º passe o aluno será obrigado a arremessar a bola da onde estiver, será gol toda a vez que a bola passar por dentro do bambolê. O bambolê poderá ser pendurado em qualquer parte do gol. É recomendado que cada equipe conte em voz alta, para o professor poder acompanhar e verificar a equipe que ultrapassar os 10 passes.


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