terça-feira, 14 de julho de 2015

O que é um contra-ataque sustentado no Handebol?



O contra-ataque é a arma mais poderosa do jogo de handebol e cada vez tem se tornado mais frequente, sendo o diferencial das equipes vencedoras. Vamos aos exercícios:

É uma jogada rápida, que constitui a melhor maneira de se chegar ao gol do adversário, pois, quando perde a bola, o ataque adversário nem sempre consegue se organizar para a defesa. Existem vários sistemas de contra-ataque. Citaremos dois deles: o contra-ataque direto e o contra-ataque sustentado.

Contra-ataque direto.
Acontece quando, num passe longo, o jogador que recebe a bola sai em velocidade para a quadra do adversário.

Contra-ataque sustentado.
Quando mais de um jogador sai do seu campo defensivo para o ataque em velocidade, fazendo passes, sem que os defensores tenham condições de se organizar para a defesa.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A beleza da defesa com o pé dos goleiros de Handebol

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Uma das jogadas mais bonitas que acho no Handebol é a defesa do goleiro com o pé. Quando é aquele tipo de defesa que o atacante faz aquele arremesso lindo, o goleiro pula com as pernas aberta e defende com o pé, eu vibro como se fosse um gol. Desculpa, mas é como se fosse um gol mesmo.

O goleiro de handebol é a última barreira defensiva e as suas defesas tem importância fundamental no sucesso de sua equipe. E essa última defesa não é a unica atribuição deles.  Eles ainda tem outras ações que podemos destacar como: postura, colocação e saídas de gol; que certamente influenciam no desenvolvimento do jogo e no seu resultado.

Além do caráter defensivo, podemos atribuir ao goleiro outras funções relevantes, entre elas uma grande responsabilidade na orientação tática de sua equipe, pois o seu posicionamento em quadra lhe oferece visão privilegiada podendo de forma segura orientar seus companheiros tanto nas atitudes defensivas como também nas práticas ofensivas, sendo ele muitas vezes utilizado como capitão da equipe por apresentar grande liderança.

Ainda podemos creditar ao goleiro grande importância nas ações ofensivas, considerado por muitos treinadores como o primeiro atacante, isto quando ele inicia os contra-ataques, dando ritmo inicial ao jogo. Podendo ser também o último atacante, quando sua equipe está inferiorizada numericamente ou marcada sob pressão, assim atuando fora da área, é um eficiente apoiador do seu ataque.

Para que o atleta ocupante da posição de goleiro venha obter sucesso na realização de suas funções, é necessário que este tenha algumas características físicas, técnicas, táticas e psicológicas que se enquadrem nas especificidades e exigências das partidas, sendo que estas podem facilitar a otimização do desempenho, não podendo ser vistas como limitantes na escolha de jovens para a função. A ausência de algumas dessas aptidões pode ser compensada pelo desenvolvimento de outras capacidades.

Porém, dentre todas as características, destaco a coragem. O goleiro que pula, com as pernas abertas, faz uma defesa com os pés e assiste a tudo sem fechar os olhos tem todo o meu respeito.

Até apróxima!

terça-feira, 7 de abril de 2015

3 atividades para melhorar o Arremesso no Handebol

O que o aluno poderá aprender com esta aula

Desenvolver as técnicas do arremesso;

Vivenciar os diferentes tipos de arremesso;

Desenvolver a precisão do arremesso.

Conhecer as posições dos jogadores em campo.

Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Não é necessário nenhum conhecimento prévio.

Estratégias e recursos da aula

 

Espaço: sala de aula, pátio da escola, quadra esporte, laboratório de informática ou qualquer lugar que possibilite a execução da atividade.

Material: cartazes, livros, vídeos, Blogs e artigos

O professor vai trabalhar junto com a turma algumas definições do Arremesso no Handebol.

Arremesso

É um fundamento realizado sempre em direção ao gol.

A maioria dos arremessos pode ser denominada "de ombro" e seguem basicamente a mesma descrição de movimento a seguir:

A bola deve ser empunhada, palma da mão voltada para frente, cotovelo ligeiramente acima da linha do ombro, a bola deve ser levada na linha posterior a da cabeça e no momento do arremesso ser empurrada para frente com um movimento de rotação do úmero.     

Os arremessos podem ser classificados em função da forma de execução:

Com apoio:

Quando executado o arremesso um dos pés do arremessador ou ambos esteja(m) em contato com o solo.

Em suspensão:

 

Quando executado o arremesso não há apoio de nenhum tipo do arremessador com o solo.

Com rolamento:

Quando executado o arremesso e que após a bola ter deixado a mão do arremessador, o mesmo realiza um rolamento, na maioria das vezes um rolamento de ombro. Este tipo de arremesso é mais comum entre os pontas e eventualmente por pivôs.

Com queda:

Quando executado o arremesso e após a bola ter deixado a mão do arremessador, o mesmo realiza uma queda, normalmente a mesma se dá dentro da área adversária e de frente - arremesso bastante comum entre os pivôs e eventualmente entre os pontas.

Espaço: sala de aula, pátio da escola, quadra esporte ou qualquer espaço que possibilite a execução da atividade.

Material: bolas de handebol e cones

ATIVIDADE II

Arremesso com apoio parado

Todos os alunos parados e espalhados atrás da linha de seis metros, de frente para o gol, sem goleiro. Um aluno de cada vez deve arremessar a bola para o gol.

Variações:

Determinar o local para a realização do arremesso (exemplo: ângulo superior esquerdo). Cinco alunos com uma bola distribuídos atrás da linha de seis metros (nos postos específicos ofensivos de pontas e armadores), ao sinal do professor, todos devem arremessar a bola ao mesmo tempo. Utilizar uma seqüência, onde cada aluno arremessa por vez, utilizando assim o goleiro.

ATIVIDADE III

Arremesso com apoio com deslocamento

Uma coluna de alunos nas posições do armador central, cada jogador com uma bola. Realizar o arremesso, de forma livre, sem cobrar o ritmo trifásico. O arremesso pode ser realizado entre os nove e seis metros.

Neste momento o professor pode corrigir a posição do cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser contrário ao braço de arremesso.

Variações:

Realizar arremessos alternando os braços. Determinar o local que a bola deve atingir o gol (determinado pela divisão do gol em partes) Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol.

Arremesso em suspensão 

Três filas nas posições de armador central, armador esquerdo e armador direito. Cada aluno deverá realizar o arremesso em suspensão. Neste momento o professor não deve interferir na forma de deslocamento do aluno (drible, ritmo trifásico). Ele apenas deve realizar as correções no apoio do pé que irá impulsionar o jogador para o arremesso em suspensão.

Variações:

Utilizar um cone (deitado) para o jogador pular durante a fase aérea do arremesso em suspensão. Aumentar a distância do arremesso para o gol. Variar as posições de arremesso, de acordo com a posição inicial.

As posições dos jogadores no ataque são definidas da seguinte forma:

Goleiro (G): Único jogador que pode se deslocar por qualquer parte da quadra, e também rebater ou parar a bola com os pés desde que dentro de sua área e em situação de defesa. Armador central (AC): Deve ser bom arremessador, ter boa precisão nos passes e visão de jogo. Armadores laterais (AE e AD): Devem ser bons arremessadores. Pontas (PE e PD): As jogadas de ataque iniciam, em sua maioria, pelos pontas.  São velozes, ágeis e devem possuir habilidade de arremessar em ângulos fechados.

O professor organizará junto com a turma para finalizar a aula um jogo de handebol, buscando jogar nas posições táticas indicadas.

Fonte

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A força no goleiro de Handebol

   

 Na teoria do treinamento, a força é entendida como pressuposto para o rendimento que permite superar ou se opor a uma resistência. Como grandeza física, segundo a Lei de Newton, ela é o produto da massa pela aceleração, no entanto, ao referir-se ao movimento esportivo, pode-se distinguir a força interna (produzida pelos músculos, ligamentos e tendões) e a força externa (que age externamente ao corpo humano, por exemplo: a gravidade, o atrito, a resistência do ar, a oposição exercida por um adversário, ou um peso que se queira levantar). Essa capacidade de exercer tensão contra uma resistência não é equiparável ao conceito da física, por isso, em treinamento físico, usa-se o termo capacidade de força. A terminologia esportiva diferencia principalmente a capacidade de força máxima, a capacidade de força rápida e a capacidade de resistência de força (BARBANTI, 2001).

    A capacidade de força máxima define-se como a força máxima que pode ser desenvolvida por uma contração muscular máxima, podendo ser dinâmica ou estática. A capacidade de força rápida (potência, velocidade de força ou força explosiva) consiste em superar uma resistência externa ao movimento com elevada rapidez de contração. E por fim a capacidade de resistência de força é a capacidade de opor-se à fadiga no emprego repetido da força, isto é, realizar um esforço relativamente prolongado com emprego de força (BARBANTI, 2001).

    O treinamento da força pode ser geral ou específico. Treinamento geral quando se usam formas de movimento diversas daquelas típicas de jogo ou atividade física, servindo para reforçar os setores musculares que não são suficientemente solicitados no treinamento especial. Este tipo de treinamento deve compor a base para suportar as cargas de treinamento especial. Barela (1998) destaca o desenvolvimento da força básica nos goleiros como alicerce das outras manifestações desse requisito, sendo que esta deve ser desenvolvida de forma ótima e não máxima. Como treinamento de força específico, entende-se os exercícios que permitem a imitação completa ou parcial das formas de movimentos realizados em competição e jogo, o importante neste tipo de treinamento é que se controle a coordenação dos movimentos, em outras palavras, a estrutura técnica do movimento não deve ser perturbada pela sobrecarga. Este tipo de treinamento só deve ser realizado quando houver bom domínio da técnica (BARBANTI, 2001).

    Os esportes coletivos são caracterizados por movimentos de força rápida como mostra a figura abaixo. 

Figura 2. Características da força rápida nos jogos coletivos do ponto
de vista mecânico (extraído de BARBANTI, 2001; p. 57).
    
De acordo com a figura, a força explosiva no handebol manifesta-se de diferentes formas, mas, para os goleiros interessa principalmente a força de lançamento e de saltos, tornado importante o desenvolvimento da impulsão em diversas formas, pois a utilização dos saltos é uma prática constante nas ações motoras dos goleiros de handebol.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Situações do jogo passivo no Handebol

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Uma das coisas que mais me irritam no jogo de Handebol é o chamado jogo passivo. Ainda bem que ele é passível de punição pelos juizes, mesmo que algumas vezes esse tipo de jogo seja tolerado demais.

A aplicação das regras a esse tipo de jogo tem como obejtivo prevenir a enrolação no Handebol. Essa enrolação podeacontecer, por exemplo, na reposição de bola, na transição defesa-ataque e em outras situações no jogo.

Os métodos passivos de jogo podem acontecer em todas as fases de ataque de uma equipe, por exemplo, quando a bola estiver se movendo lentamente na quadra durante a transição entre a defensa e o ataque, durante a fase de organização de um ataque ou durante a fase de finalização do mesmo. 

As formas passivas de jogar podem ser usadas relativamente com maior freqüência nas seguintes situações: 

• uma equipe ganha por pequena margem perto do final da partida;
• uma equipe tem um jogador excluído;
• quando a capacidade de uma equipe é superior, especialmente na defesa. 

Quando o juiz percebe que há o jogo passivo, ele faz uma sinalização. Isto é para dar oportunidade da equipe que tem a posse de bola mudar a sua maneira de atacar, para evitar a perda de posse de bola.

O gesto é esse:

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Embora eu não veja muita aplicação desse gesto, é uma bo aação para dar mais dinâmica ao jogo de Handebol.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Uma boa opção sobre a Educação Fisicaa


Ola gente!

Hoje eu vou falar de um site sobre Educação Física  que traz textos desde a atuação do profissional até dicas para os praticantes e é editado por uma profissional de Educação Física.

Parceiro


A Educação Física merece ser tratada com seriedade e o acesso a informação com textos legais é o ponto de partida para que a sociedade em geral saiba o quanto é importante a prática ser orientada por profissionais responsáveis.

A atualização deles nas redes sociais é diária e ao curtir a fanpage e seguir no twitter você fica por dentro das novidades e posts especiais.

Até a próxima!

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Fases da defesa no Handebol

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O sistema de defesa no handebol tem os objetos de: dar sentido de responsabilidade coletiva; Possibilitar a ajuda a um companheiro (cobertura e ajuda recíproca ); Reduzir as possibilidades dos arremessos a gol e dificultar a movimentação dos adversários na linha de seis metros.

As fases dessa defesa no jogo de handebol são

A - RETORNO – Após a equipe perder a posse da bola no ataque, os jogadores deverão retornar para a defesa o mais rápido possível, e pelo caminho mais curto (linha reta). A corrida deverá ser de frente até o centro da quadra, e de costas após ultrapassar o centro até a linha dos seis metros (para observar um possível lançamento do contra-ataque). Após perder a posse da bola, os atacantes não devem ficar se lamentando do erro e sim, retornar para evitar surpresa.

B - DEFESA TEMPORÁRIA – é o prolongamento da situação anterior. O defensor deverá, em razão do retorno ter sido em linha reta, às vezes atuar fora de sua posição ideal ou de maior rendimento, estabelecida no inicio do jogo.

C - ORGANIZAÇÃO DA DEFESA – Os defensores que ao retornar estão atuando em defesa temporária, após todos estarem posicionados e, surgindo uma oportunidade, deverão retornar para sua posição ideal.

D - DEFESA EM SISTEMAS – Aplicação da proposta de jogo estabelecido no momento, de acordo com o ataque adversário.


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