segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Fases da defesa no Handebol

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O sistema de defesa no handebol tem os objetos de: dar sentido de responsabilidade coletiva; Possibilitar a ajuda a um companheiro (cobertura e ajuda recíproca ); Reduzir as possibilidades dos arremessos a gol e dificultar a movimentação dos adversários na linha de seis metros.

As fases dessa defesa no jogo de handebol são

A - RETORNO – Após a equipe perder a posse da bola no ataque, os jogadores deverão retornar para a defesa o mais rápido possível, e pelo caminho mais curto (linha reta). A corrida deverá ser de frente até o centro da quadra, e de costas após ultrapassar o centro até a linha dos seis metros (para observar um possível lançamento do contra-ataque). Após perder a posse da bola, os atacantes não devem ficar se lamentando do erro e sim, retornar para evitar surpresa.

B - DEFESA TEMPORÁRIA – é o prolongamento da situação anterior. O defensor deverá, em razão do retorno ter sido em linha reta, às vezes atuar fora de sua posição ideal ou de maior rendimento, estabelecida no inicio do jogo.

C - ORGANIZAÇÃO DA DEFESA – Os defensores que ao retornar estão atuando em defesa temporária, após todos estarem posicionados e, surgindo uma oportunidade, deverão retornar para sua posição ideal.

D - DEFESA EM SISTEMAS – Aplicação da proposta de jogo estabelecido no momento, de acordo com o ataque adversário.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fisioterapia no Handebol

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 O handebol é um esporte de alta intensidade de pura explosão muscular em um curto intervalo de tempo exigindo dos atletas um ótimo condicionamento físico. O índice de lesões no handebol está ligado a exigência que o esporte faz do atleta, com qualidades físicas vigorosas, sendo requisitado ao mesmo tempo força, habilidade, coordenação e velocidade.

Os atletas/praticantes não se preparam de forma adequada tendo queda de rendimento nos treinos e em jogo. O handebol tem um alto índice de lesões, por exemplo, as ocasionadas pelo overtraining, somados a falta de estrutura das equipes e a locais inapropriados para o treinamento, visto que, a maioria das lesões ocorre durante o treinamento e não no jogo propriamente dito.

O handebol diferentemente de outros esportes tem como característica o arremesso e o seu bloqueio "travamento", o que leva a lesões nos membros superiores e sobrecarga das articulações. O aumento da prática esportiva aumenta consideravelmente o numero de lesões devido falta de preparo físico e de orientações quanto ao esporte, levando em consideração também que esporte não é sinônimo de saúde. A ocorrência de uma lesão esportiva é decorrente da inter-relação entre atleta e o esporte praticado levando a uma sobrecarga do aparelho locomotor isso sendo variável de cada organismo fisiológico em recuperar o estresse físico imposto não instalando um processo patológico

A fisioterapia desportiva não somente se dedica a ao tratamento de atleta lesados mas também a adoção de medidas preventivas visando minimizar o índice de lesões, sendo realizado de maneira eficaz levando em consideração estatisticamente os fatores de risco baseado na característica de cada lesão. Identificando e descrevendo o problema, como ocorreu as lesões e colocando em pratica o estratégicas preventiva.

A fisioterapia desportiva se diferencia das outras áreas onde o tratamento tem que ser muito rápido e efetivo, pois o atleta mais do que ninguém tem voltar a executar todas as atividades do seu corpo de alta intensidade com alta performance onde é normalmente posto em alto estresse músculos, tendões, articulações e ossos em suas atividades esportiva diária, no máximo de potência e amplitude para execução perfeita de todos os movimentos.

Além disso, os fisioterapeutas dessa área se depara com uma grande pressão imposta diariamente quando se tem atletas no departamento médico, que são os incentivos dos patrocinadores para o retorno do atleta pois aquele atleta vale muito dinheiro em quadra e lesionado não tem valor algum, o técnico pois um atleta de alto rendimento é uma peça muito importante para o time e sem ele o mesmo começa a perder colocando em risco o seu cargo, a diretoria querendo que seu time continue a vencer e a conquistar títulos e o atleta lesionado faz falta a sua equipe bem como para sua torcida e o próprio atleta vendo que com seu estado está perdendo sua posição na equipe e tudo aquilo que conquistou,sem falar da dor e de suas limitações.

Um bom tratamento fisioterapêutico começa com uma boa avaliação começando desde anamenese, para mais fácil e confiável diagnostico da patologia e melhor tratamento com enfoque direto e uma busca de recursos e de referencias sobre a patologia, com isso a avaliação musculoesquelética aborda desde a ciência básica, á pratica clínica até testes especiais.

 Os fisioterapeutas da reabilitação musculoesquelética que atuam na área desportiva vêm consolidando a fisioterapia como uma ciência baseada em evidências e respaldada fortemente com referência cientifica validada, visto que hoje na área da ciência do esporte (em destaque na fisioterapia), foi teve uma intensa produção de pesquisas sendo que uma das mais importantes e bastante esmiuçada foi o treinamento e a reabilitação excêntrica, sendo utilizado como peça fundamental a qualquer programa otimizando de reabilitação e recondicionamento muscular cientificamente embasado, sendo que uma das funções extremamente relevante para a Fisioterapia acerca do condicionamento muscular excêntrico reside no fato deste poder atuar de forma preventiva em relação às lesões musculares induzidas pelo "over-training" ou síndrome do super treinamento em atletas de alto nível.

 A fisioterapia desportiva vem crescendo muito junto com as pesquisas no tratamento do esporte, levando em conta todos os altos investimentos na área, sendo a que mais inova em e se atualiza em recursos, cursos de capacitação e atualização na forma de tratamento dos vários tipos de lesões sabendo que cada uma tem suas particularidades nos recurso e técnicas que se adapta bem ao seu tratamento. Mas no esporte a prevenção vem se tornando cada vez mais comum, na analise estatística dos fatores predisponentes das lesões mais comuns em cada modalidade em que se chegou a conclusão que tem menor custo e evita os efeitos das lesões nos atletas.

A Fisioterapia tem um papel importante no tratamento de atletas/praticantes lesionados. Porém, quando o profissional age de forma preventiva, consegue evitar lesões que dão uma "durabilidade" maior ao praticante.

Com ajuda aqui

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Curiosidades sobre o Handebol Olímpico

- A entrada do esporte nos Jogos Olímpicos aconteceu em Berlim 1936, então disputado em campos gramados, com 11 jogadores de cada lado. Na final, A Alemanha venceu a Áustria por 10 a 6, diante de 100 mil pessoas no Olympia Stadium de Berlim (foto).

- O handebol, como se pratica hoje em dia, foi criado pelos alemães, na última década do Século XIX. Seu nome era "Raftball", e posteriormente teve suas medidas aumentadas para ser praticado também em campos de futebol.

- Somente a partir de 1954, por razões climáticas, pela falta de espaço devido ao futebol e por ser mais veloz, o handebol de salão passou a ser a preferência de praticantes e do público. Em 1966 foram suspensas as disputas em campos gramados.

 - No Brasil, como modalidade de campo, o handebol foi introduzido por imigrantes alemães na década de 30, em São Paulo, e se popularizou pelo país a partir da década de 60 através da prática nas escolas.

- A brasileira Alexandra Nascimento foi eleita como a melhor jogador de handebol do mundo em 2012. A atleta de 31 anos joga fora do país, no clube Hypo Nö, da Áustria.

- A primeira referência histórica sobre um esporte semelhante ao handebol aconteceu na Grécia Antiga, quando Homero citou em sua Odisséia o jogo de "Urânia", praticado com uma bola do tamanho de uma maçã, jogado com as mãos, mas sem balizas.

- A bola para a competição feminina pesa entre 325 e 400g e mede de 54 a 56cm. Na masculina, pesa um pouco mais, entre 425 e 475g.

- Nos Jogos Olímpicos Munique 1972, a Iugoslávia conquistou o ouro em uma competição entre 16 equipes.

- O handebol feminino estreou nos Jogos Olímpicos em Montreal 1976. Em uma disputa entre seis seleções, a União Soviética sagrou-se campeã. O handebol do Brasil estreou nos Jogos Olímpicos Barcelona 1992. A equipe masculina, vice-campeã dos Jogos Pan-americanos Havana 1991, garantiu vaga após a desistência de Cuba.

- A seleção brasileira feminina conquistou sua primeira vaga olímpica, para Sidney 2000, nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999.

- O handebol do Brasil participou das edições dos Jogos Olímpicos Atenas 2004 e Pequim 2008 com homens e mulheres.

Fonte: Time Brasil

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A demanda energética do Handebol

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O handebol como toda modalidade esportiva coletiva requer um fornecimento misto de energia, onde a própria combinação dos esforços realizados durante o jogo permite o envolvimento das três vias metabólicas. Assim, o trabalho intermitente é acompanhado de menor fadiga e permite uma maior intensidade de exercício durante os períodos ativos (EDER; HARALAMBIE, 1986). Para os jogadores de modalidades esportivas coletivas e, em especial para os jogadores de handebol, o menor efeito de fadiga e a possibilidade de maior intensidade são aspectos importantes do trabalho intermitente.

    Em modalidades esportivas coletivas, as movimentações se tornam complexas para a análise das variáveis fisiológicas, pois, estas movimentações apresentam várias combinações com e sem domínio de bola (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002).

    Mais; Galvão; Ribeiro (1989) e Santos (1989) observando a movimentação realizada por jogadores de handebol verificaram a presença de movimentações de alta, média e baixa intensidade, sendo freqüentes a realização de sprints (ex. contra-ataque) sendo esses caracterizados como movimentos de alta intensidade. Em ataques organizados e substituições, por exemplo, os jogadores realizam movimentações de média e baixa intensidade. Assim, apresenta uma formação "mista" de energia, onde o conhecimento das fontes de energia apresenta grande significado para o técnico e preparador físico, pois as mesmas podem influenciar na técnica e tática dos jogadores (EDER; HARALAMBIE, 1986).

    Uma vez que boa parte da movimentação dos jogadores de handebol envolve esforços bastante intensos e de curta duração, pode-se concluir que a capacidade anaeróbia alática tem grande importância para o jogador de handebol (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002). O metabolismo anaeróbio parece ser tão importante para os jogadores de handebol quanto para os velocistas. Sabendo-se que o handebol é um esporte com períodos curtos de exercícios de alta intensidade alternados com repouso, o metabolismo anaeróbio parece ser altamente relevante para a performance (RANNOU et al., 2001). No entanto as outras vias energéticas possuem grande importância: a anaeróbia láctica possibilitando a realização de esforços submáximos e de média duração e a oxidativa que possibilita esforços de baixa intensidade e prolongados e a recuperação das fontes anaeróbias.

    Devido à organização do jogo citada anteriormente, a demanda energética certamente é diferente para cada posição assumida por um atleta, bem como, para a mesma posição a demanda pode variar de um jogo para outro (ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002), sofrendo influência também da movimentação em quadra, do estilo e da estratégia do jogador (BANGSBO apud ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002).

    Na realização de modalidades esportivas coletivas em que há a manipulação de bola, além do deslocamento necessário e que geralmente inclui corridas, os atletas executam outras atividades que também requerem energia, tais como as mudanças de direção, as desacelerações, os saltos, os arremessos, as acelerações, as interceptações, as paradas bruscas, etc. De acordo com Bangsbo e Sbragia (apud ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002), essas atividades características do esporte impõem maior demanda fisiológica ao custo energético da corrida.

    Durante uma partida de handebol são executados diversos deslocamentos, nas diversas direções. Mais; Galvão; Ribeiro (1989) apresentam valores médios e tipos de deslocamentos realizados pelo lateral direito júnior.

    A predominância é do deslocamento frontal, o que pode ser explicado pelo fato de o mesmo facilitar a velocidade e melhor visualização do campo de jogo e, conseqüentemente, melhor colocação. Em outras direções a predominância se dá na defesa devida as ações que são realizadas pelos jogadores nesta fase de jogo. Segundo Reilly (1997) a ocorrência das diferentes direções de deslocamento em uma partida de futebol se faz de forma semelhante.

    A corrida na ausência da manipulação de bola é a maneira mais rápida para se movimentar, no entanto, o deslocamento em posse de bola favorece a obtenção de gols, objetivo principal do jogo. De acordo com dados do Comitê Olímpico Espanhol apud Eleno, Barela, Kokubun (2002), são percorridos durante uma partida de handebol, 4152 metros, dos quais 4114 metros sem a posse de bola e 37 metros com posse de bola.

    Outras situações que impõem demanda energética acima da necessária são apresentadas na tabela 3.

    Conforme os dados apresentados na tabela 3, as atividades mais freqüentes e que aumentam consideravelmente a demanda energética são as mudanças de direção e do ritmo de corrida.

    Delamarche et al. (1987), verificaram que durante uma partida de handebol a FC apresenta-se de forma irregular. Os autores verificaram valores que variavam de 160 a 180 batimentos por minuto (bpm). Ainda colocam que o diagrama da FC foi bastante excêntrico e o resultado devido a constante alteração no ritmo inerente ao handebol. De modo geral, em uma partida de handebol, a FC pode alcançar valores entre 80% e 85% da FCmáx (ELENO; BARELA; KOKUBUN, 2002; LOFTIN et al., 1996).

    Eder; Haralambie (1986), demonstram que em pesquisas realizadas, 60% dos jogadores de handebol do sexo masculino, apresentam valores de concentração de lactato acima do limiar aneróbio (LAn), podendo ser encontrados valores entre 9 e 12 mM, principalmente no segundo tempo de jogo. Ainda segundo os autores, após 8 ou 10 minutos do término da partida os valores apresentavam-se abaixo de 2 mM, demonstrando que os mesmos dispõem de uma alta capacidade de recuperação (oxidação de ácido lático).

    Os jogadores mais ativos produzem e toleram altos níveis de lactato e eliminam totalmente o excesso durante o período de descanso, após 10 minutos do fim do primeiro tempo de jogo os níveis de lactato retornaram ao normal (DELAMARCHE et al, 1987), demonstrando que, jogadores bem treinados apresentam alta capacidade de recuperação aeróbia.

    Jogadores bem treinados apresentam valores de VO2máx de aproximadamente 59 ml.kg.min (ELENO, BARELA, KOKUBUN, 2002), sendo o bom funcionamento do metabolismo aeróbio que garante a recuperação das fontes anaeróbias (SANTOS, 1989), demonstrando que, os jogadores de handebol devem ter capacidade aeróbia desenvolvida, apesar da importância do processo anaeróbio, para que possam manter as características da intensidade de esforço durante a partida e possua uma maior eficiência na remoção do ácido lático.

    No entanto, a utilização da mensuração do VO2máx para inferir o gasto energético de jogadores de handebol é complicada e alguns cuidados devem ser observados. Os atletas mais ativos durante uma partida de handebol, nem sempre são os que possuem maior capacidade aeróbia, e pode ser em decorrência da falta de especificidade do teste e do protocolo utilizado, uma vez que, exercício contínuo e progressivo na bicicleta ergométrica, por exemplo, contrasta com o ritmo irregular do handebol (DELAMARCHE et al, 1987).

Fonte

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Handebol emagrece, modela os braços e dá agilidade



Quem é que jogou handebol nas aulas de educação física na escola? Quase todo mundo, né. Depois que passa a adolescência, os jogos em quadra ficam para trás. Mas você sabia que, mesmo depois de adulta, é possível voltar a jogar? Arrisque-se! Além de divertido, você poderá entrar em forma.

O handebol ajuda a emagrecer. Em uma hora de partida, é possível queimar até 500 calorias! Os braços são bastante exigidos no jogo, por isso, ficam desenhados e bonitos. As musculaturas das pernas e do bumbum também ficam torneadas. A correria proporciona condicionamento físico e disposição para os praticantes!

Quer mais benefícios? Além de melhorar a agilidade, o handebol também aumenta a resistência física e desenvolve o reflexo. Tudo de bom, né!

Que tal começar a jogar agora? Inspire-se nas atletas da seleção brasileira! São campeãs mundiais! 


segunda-feira, 7 de julho de 2014

O passe no Handebol

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É considerado o fundamento mais importante, básico e imprescindível para que o jogo de Handebol possa desenvolver-se, sem o qual dificilmente poderá haver a colaboração entre os jogadores e o cumprimento dos objetivos ofensivos. Todo o jogo de uma equipe depende da exatidão e segurança do passe. A responsabilidade da segurança cabe ao passador, que deve observar se deve passar e como passar a bola a um companheiro. 

São movimentos que permitem a bola ir de um jogador a outro, desta forma ele necessita sempre da interdependência de no mínimo duas pessoas.

O passe é utilizado para que seja dada a sequência no jogo, a boa execução desse fundamento pode alterar a velocidade do jogo. Vale lembrar que o movimento técnico do passe de ombro e do arremesso é o mesmo, o que muda é a força. 

Os Passes classificam-se em: De Ombro e Especiais

OMBRO
Direto
Picado
Parabólico

ESPECIAIS 
Pronação: 
Parabólico:
Picado entre as pernas
Por trás da nuca

Erros comuns na execução do passe: 

Não olhar para onde vai passar; 
Empurrar a bola para frente;
Não empunhar a bola.


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